sábado, 19 de setembro de 2015

Meu novo DNA

Desde meus velhos tempos de menina, quando me apresentaram o significado das letras, os livros começaram a fazer parte da minha vida e a Bíblia passou a ser um referencial constante para mim. Através da leitura viajo por mundos desconhecidos, sacio curiosidades e minha mente se abre para novos caminhos e desafios.
Hoje, já não tenho mais acesso às bibliotecas da escola, mas as livrarias me atraem de uma tal maneira que, com freqüência, meu marido se obriga a me distrair para outras vitrines... Mas é na minha velha Bíblia que sempre encontro as verdadeiras respostas para as inquietações da minha alma. Entender os porquês das dores humanas sempre me impulsionou a novos saberes. Amo gente, pessoas de todos os jeitos, de todas as raças e matizes; se percebo nelas o abatimento próprio das marcas deixadas pela vida, não tem como ficar indiferente, apática. Sinto dentro de mim um desconforto imenso se não puder ouvi-las, ajudá-las, compreendê-las, minimizar tal sofrimento e dor, geralmente decorrentes de uma auto-estima baixa.
A psicologia, a filosofia ou as religiões, não ofereceram respostas às minhas indagações. Sempre foi no “manual do fabricante”, na Bíblia Sagrada, que encontrei os segredos para uma auto-estima positiva e o verdadeiro propósito da vida.
Auto-estima é a opinião ou o sentimento que cada pessoa tem a respeito de si mesma. É a consciência do valor pessoal, formada desde as primeiras experiências de vida, de como interpreta as expressões de cuidado e afeto. É o conceito, o amor e a aceitação de si mesmo de maneira incondicional. A auto-estima formata o senso de competência, de valor próprio, de auto-respeito e auto-confiança. Na auto-estima baixa há um empobrecimento, um enfraquecimento de tais sentimentos.
Uma pessoa com auto-estima baixa sente-se inadequada e indigna como pessoa, não merecedora de ser amada e respeitada; sente angústia, irritação, inveja, ciúme, intolerância, hipersensibilidade, impaciência, dependência doentia, dificuldades para aceitar expressões de afeto, com fortes sentimentos de rejeição e solidão, além da impotência para enfrentar dificuldades, perdas e desafios.
A Bíblia nos diz que somos o resultado dos nossos pensamentos (Pv.27:7). Se a nossa mente divaga em pensamentos de desesperança e derrota, é certo que teremos fracassos e desilusões. O ser humano ama seus hábitos. Pensar errado é um hábito que nos faz agir de maneira errada. A Bíblia nos diz que a nossa mente precisa ser transformada, que os nossos pensamentos e atitudes precisam ser gerenciados e renovados cada dia.
Todos nós, indistintamente, quando viemos a Jesus tínhamos uma cabeça enferma, e as estruturas dos nossos pensamentos eram equivocadas porque não conhecíamos a Deus. Mas Ele nos atrai com laços de amor e nos torna Seus filhos amados. Ele nos instrui, nos ensina e nos encoraja através da Bíblia! Não há mais razão para temermos! Não tem porquê nos sentirmos pequenos, diminuídos, fracos e impotentes!
Quanto mais conhecermos o Senhor, mais desfrutaremos de saúde espiritual, emocional e, conseqüentemente, de saúde física! À medida que nos submetemos à Sua perfeita vontade, os pensamentos pecaminosos e doentios de desvalia e incredulidade vão sendo substituídos por pensamentos bíblicos de saúde, fé e ousadia. Fortalezas se rompem dentro de nós e nos tornamos mais livres, mais alegres, otimistas, desfrutando da vida abundante que Jesus nos oferece gratuitamente.

Venha! Beba da água da vida e do seu interior fluirão rios de água viva!

Você tem acesso a todas as bênçãos que o Pai tem reservadas para os Seus filhos! Não devemos alimentar nos nossos corações sentimentos de amargura como Mical, que criticou Davi quando este alegremente dançava e celebrava o nome do Senhor diante da Arca da Aliança. Mical era esposa do rei, mas se sentia inferiorizada porque seu pai a usava como moeda de troca.  
Mas com Ana, aprendemos que as palavras de depreciação e desprezo proferidas contra nós não têm o poder de nos deter ou destruir. Assim como ela, não podemos alimentar mágoas, nem sentir pena de nós mesmos – isso nos causará depressão, doença comum do mundo moderno. A religiosidade e o comodismo não a detiveram. Ela se levantou e não se conformou: creu e recorreu ao Único capaz de torná-la fértil, fazendo-Lhe um voto. A Ele, abriu o seu coração em pranto. Pediu de maneira insistente, expondo sua dor e foi atendida. Cumpriu o voto com um cântico que expressa toda a alegria que invade a sua vida.
A oração é o lugar certo para os desabafos da nossa alma. Quando derramamos diante do Pai as nossas inquietações, preocupações e a nossa incompetência em lidar com os problemas da vida, é certo que Ele nos socorre e nos ajuda. Jesus é o bálsamo perfeito, o remédio eficaz para todo e qualquer sofrimento.
Amigos podem nos abandonar, companheiros podem nos trair, nossos projetos podem fracassar, nossos planos podem ruir. Nem mesmo podemos nos prender em nossos próprios sentimentos, que são instáveis e passageiros. O caminho que Deus tem para nós é o melhor, é perfeito. É Ele “quem levanta do pó o necessitado e ergue do lixo o pobre para fazê-los sentar-se como príncipes do seu povo...” (Sl.113:7-9).

Porque sou Eu é que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro” (Jr.29:11).

No livro, “Eu, Maria”, discutimos exatamente esse assunto: todos os pensamentos negativos a seu respeito, são mentiras não confrontadas. Essas mentiras formam estruturas e fortalezas na sua mente, onde o inimigo concentra forças para que elas não se rompam, mantendo você no cativeiro da desilusão e da auto-estima baixa.
Na nossa nova vida em Cristo precisamos desafiar tais pensamentos à luz da Palavra de Deus e rejeitá-los.
Em Romanos 12, Paulo nos alerta para a necessidade de “transformação e renovação da nossa mente para que sejamos capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” nas nossas vidas. E ainda: “Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter, mas, ao contrário tenha um conceito equilibrado...”.
Renovar não é remendar, mas tornar novo outra vez. Em Cristo, “tudo se fez novo”. Nesta nova vida temos um novo DNA (Ef. 2:4-10), não mais com a natureza de pecado, mas de santidade como é santo o nosso Pai celestial! A velha biografia feita de experiências traumáticas de sofrimento é substituída por uma vida mais que vencedora, mais que abundante por causa da Sua graça e amor! Honra e glória sejam dadas a Ele, Autor e Consumador da nossa fé!


domingo, 30 de agosto de 2015

Intimidade

Intimidade - 

Palestra Rede de mulheres – agosto 2015

A palavra intimidade significa: relação muito próxima, estreita, convívio próximo, amizade íntima, familiaridade. Intimidade pressupõe informalidade, descontração ou sentir-se à vontade.
Segundo o dicionário Aurélio intimidade diz respeito ao que está muito dentro, que atua no interior, muito cordial, afetuoso, estreitamento ligado por afeição e confiança.
A intimidade pode ser entendida como amizade profunda entre nós e Deus, entre marido e mulher, entre pais e filhos e entre amigos de verdade. Para desenvolver intimidade com alguém é necessário o investimento de tempo e esforço tanto para conhecer, como para se deixar ser conhecido.
A intimidade com Deus nos dá a dimensão exata de quem somos. Isaías experimenta isso quando é confrontado com a onipotência e a santidade do Senhor e é assim conosco também.    (Isa.6:1-8)

Em primeiro lugar abordaremos aqui como se processa a nossa intimidade com Deus e esse é um privilégio para aqueles que tem fome e sede dele: Jr. 33:3 – “Clame a mim e  te responderei e lhe direi coisas grandiosas e insondáveis que não conheces” ; para aqueles que o temem: Sl  25:14  -“Quem é o homem que teme ao Senhor? Ele o instruirá no caminho que deve seguir” ; para os sinceros e retos: Pv. 3:32 – “Pois o Senhor detesta o perverso, mas o justo é seu grande amigo” ; para os que O amam : Sl 63:1 – “Ó Deus, tu és o meu Deus eu te busco intensamente; a minhalma tem sede de ti! Todo o meu ser ânsia por ti, numa terra seca, deserta e sem água”; e para aqueles que honram o seu nome com suas atitudes, não só para cumprir regras -
1.- Através da Bíblia Deus se revela a nós. Então, se desejamos de fato conhece-lo precisamos ler, meditar e estudá-la. Através da ação do Espírito Santo podemos compreender o que está nos sendo revelado, nos sendo comunicado e quais são os propósitos dele para nossas vidas.
2.- Através da oração onde falamos sobre as nossas inquietudes, tristezas e alegrias, mas também ouvimos o que Ele fala conosco.
Na intimidade com Deus damos liberdade para que Ele nos transforme e nos mude completamente: o nosso temperamento, o nosso linguajar, o nosso comportamento.
3.- Através do louvor e da adoração – O louvor traz os céus à terra e na adoração entramos no SANTO DOS SANTOS
4.- Ação de graças: Quando mantemos uma atitude de gratidão, o espirito de reclamação e murmuração bate em retirada! "Em tudo dai graças, porque essa é a vontade de Deus para convosco."
A intimidade com as pessoas é construída de maneira lenta através da comunicação quando duas pessoas revelam o seu emocional, intelectual e social um ao outro compartilhando a vida sem receio de serem julgadas ou criticadas. Quando acreditamos que a outra pessoa tem em mente o que é de melhor para nós, podemos nos abrir para ela sem medo de que aquilo que estamos falando seja usado contra nós. Pensamentos, sonhos, interesses, expectativas, tristezas, alegrias, frustrações e desejos.
A intimidade pressupõe proximidade, companheirismo e ela vem acompanhada por um forte senso de amor e confiança mútua.
John Powel diz: “Quando me desnudo para você, não me faça sentir vergonha” isto é, não me exponha! Na intimidade expressamos sentimentos de calor, de ternura e proximidade e ela é a maneira mais rica de relacionamento entre as pessoas, mas também é a mais temida.
Intimidade consigo mesma - Muitas pessoas não se sentem à vontade para manter intimidade com ninguém simplesmente pelo fato de não se conhecerem nem saberem quem elas são, não se aceitam e nem amam a si mesmas. Para se tornar intima de alguém é preciso antes de tudo sentir-se bem consigo mesma: se amar, se aceitar, sentir-se inteira.
Uma mulher insegura com medo de rejeição ou de ser ridicularizada como pessoa pode não aceitar a sua imagem refletida no espelho.  Se o seu senso de competência e de valor próprio são baixos é bem provável que ela prefira não se expor. Se ela tiver mesmo que se relacionar com alguém ela pode optar por usar máscaras para esconder o seu verdadeiro eu – oferecendo aos outros uma imagem distorcida ou falsa de si. Ela pode desenvolver distúrbios emocionais sérios por achar que os outros são culpados pelo seu mal-estar.
Isso tudo tem a ver com identidade. Alguém que não sabe quem é, que não se sente confirmada como pessoa enfrenta grandes dificuldades em todas as áreas da vida, mas especialmente nos relacionamentos mais íntimos. Ela pode desenvolver distúrbios emocionais sérios por achar que os outros são responsáveis por não conseguir fazer e manter amizades profundas.
Davi mantinha constante intimidade com Deus e quando ele se dá conta que a sua alma está ansiosa, inquieta, ele conversa consigo mesmo, com a sua alma:
Sl 42:5 - “Por que estás abatida, oh minha alma e por que te perturbas dentro em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei – a ele, meu auxilio e Deus meu”
A maioria das pessoas não faz essa leitura das suas emoções. Fica brava, briga e pronto! Acha que os outros é que são culpados pelas suas emoções desalinhadas.
Você precisa parar um pouco e analisar o seu coração, descobrindo o porquê de se sentir como sente...
Intimidade Conjugal – Quando se trata de intimidade conjugal precisamos estar atentas às três áreas:
1.- Intimidade Espiritual =>. Quando os cônjuges oram e meditam juntos cria-se uma atmosfera confortável de intimidade espiritual.
2.- Intimidade Emocional => A intimidade emocional é nutrida no encontro com o autêntico, com o que somos e não com o que desejamos ser através do diálogo franco e das manifestações de apreço, afeto e ternura. O grande desejo das mulheres é que seus maridos lhes falem sobre os seus sentimentos, pensamentos e desejos e quando eles não o fazem elas têm a sensação que eles estão deixando-as de fora das vidas deles, sentem-se isoladas, sozinhas.
Todos os casais enfrentam situações difíceis e crises. Quando os problemas são resolvidos o casal entra num nível mais elevado de compreensão e intimidade, mas quando não solucionados, esses problemas podem causar distanciamento, frieza emocional e perda total da intimidade.
A intimidade emocional pode ser quebrada nas seguintes situações: -
Quando um dos cônjuges tenta mudar ou consertar o que acha que está errado no outro; quando há desrespeito; desonra e deslealdade; ou ainda quando ambos são rígidos, inflexíveis e não conseguem entrar em nenhum tipo de acordo porque ambos querem ter razão.
Uma situação muito comum nos casamentos que pode causar não só a perda da conexão emocional como também provocar distúrbios emocionais é quando um dos cônjuges quer ter ou tem total controle sobre o outro num total desrespeito à sua individualidade.
  • Alguns casais vão bem até certo ponto das suas vidas e sem que percebam a rotina, as pequenas desavenças, as decepções, as frustrações e o desinteresse vão se acumulando causando o distanciamento emocional até que quando se dão conta um já não consegue mais enxergar nem tocar o outro. Perdem a intimidade e morrem como casal. 
  • Lembre-se que todo o muro é construído com um tijolo de cada vez! É preciso muita sabedoria e humildade para quebrar esse muro – Veja o filme: alguém tem que ceder:

- Eu agi errado com você!
- Estou errada neste aspecto;
- Estou disposta a melhorar, me ajuda?
- Me perdoa?
Intimidade sexual => A relação sexual entre o marido e a esposa propicia o prazer da intimidade física e a procriação da vida. É uma dádiva de Deus para intensificar a proximidade e a unidade do casamento. 
O ato sexual é o mais alto grau de comunicação intima e por essa razão deve ser protegido pelo casamento. Através dele o casal casado celebra o amor numa união física, emocional e espiritual tornando-se ambos uma só carne. Os casais devem compreender que a intimidade física é um assunto só deles é um jardim fechado onde ninguém mais deve ter acesso.
“Por isso deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher tornando-se uma só carne” – Unir em hebraico é "dabag" que significa: colar junto, grudar, juntar-se intimamente.
A união física entre marido e mulher é designada por Deus para: satisfazer o desejo por companheirismo; para proteger o marido e a esposa da tentação; para que compartilhem prazer e alegria.
O companheirismo e a parceria são fortalecidos pelo laço privativo íntimo e físico dos casados.
O mundo tem distorcido e pervertido aquilo que Deus criou como santo e reto e muitos casais cristãos estão vivendo fora daquilo que Deus idealizou para eles.
Hb 13:4 – “Digno de honra entre todos seja o matrimonio bem como o leito sem mácula, porque Deus julgará os impuros e adúlteros”
A palavra honra aqui significa: de grande valor, precioso, estimado, especialmente querido.
Honrar o matrimonio é mantê-lo puro, protegê-lo dos padrões mundanos que não estão em harmonia com os padrões de Deus. Tanto o corpo do marido como da mulher são santuários. Dentro das quatro paredes deve se manter a pureza e a beleza que o ato conjugal representa dentro do casamento. 
É importante que o casal resolva todos os conflitos para que não haja perda da intimidade e da UNIDADE
Todos os casais enfrentam situações difíceis e crises, entretanto quando os problemas são estudados e resolvidos de maneira pacífica sem acusações mútuas, o casal entra num nível mais elevado de compreensão, intimidade e unidade.
Quando não solucionados, eles podem causar distanciamento, frieza emocional , perda da intimidade e até a perda da intimidade sexual.
Veja a importância e o poder que existe na unidade do casal:
Mt. 18: 19,20 – ”Também lhes digo, que se dois de vocês concordarem na terra em qualquer assunto sobre o qual pedirem isso vos será feito por meu Pai que está nos céus. Pois onde se reunirem dois ou três em meu nome, aí eu estou no meio deles”

( Curso de apoio e Capacitação à Família Cristã)








                

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Honrar ???  que é isso???

A HONRA É UM PRINCIPIO DE CONDUTA PESSOAL QUE SE BASEIA EM VALORES DA BONDADE, NA ÉTICA, HONESTIDADE E CORAGEM. A PALAVRA GREGA PARA HONRA SIGNIFICA: REVERENCIAR, ESTIMAR, VALORIZAR.
HONRAR: É DAR RESPEITO NÃO APENAS PELO MÉRITO, MAS PELA POSIÇÃO DE ALGUÉM.

A PALAVRA RESPEITO VEM DO LATIM “RESPECTUS” SIGNIFICA: ATENÇÃO, CONSIDERAÇÃO. TAMBÉM SIGNIFICA: SER GENTIL, COMPANHEIRO, HONESTO E JUSTO.
O RESPEITO É O ATO DE NÃO FAZER AOS OUTROS O QUE JAMAIS GOSTARÍAMOS QUE FIZESSEM CONOSCO. 

Como vós quereis que os homens vos façam, da mesma maneira faze-lhes vós também”  Lc 6:31

“ É DAR ESPAÇO PARA QUE OS OUTROS EXPRESSEM AS SUAS OPINIÕES SEM DISCRIMINAR OU PUNIR, NÃO MALTRATAR E NEM REBAIXAR O OUTRO. É NÃO SE CONSIDERAR MELHOR DO QUE OS OUTROS.
- O RESPEITO COMEÇA NO RESPEITO A SI MESMO - 

Respeitar o próximo é:
- Dizer muito obrigado (a), por favor, com licença;
- Responder um e-mail mesmo que seja com uma ''negativa'';
- Admirar aquele que faz sucesso sem desdenhá-lo;
- Saber calar e ouvir, saber o que falar e quando falar;
- Ser educado e gentil, mesmo sem nenhuma vontade;
- Dar retorno aos telefonemas assim que for possível;
- Saber quando o outro diz não, que esse é o seu limite de tolerância;
- Não ir á casa das pessoas sem ser convidada (o);
- Saber se portar num lugar onde você não se sente à vontade;
- Participar de festas ou reuniões sociais de má vontade e mau humor estragando a festa alheia;
- Saber dizer não sem ser grosseira (o);
- Não fazer intrigas no trabalho ou na família;
- Manter-se neutra (o) em situações que não lhe dizem respeito;
- Não passar à frente das pessoas;
- Cuidar da sua própria vida e não da vida dos outros;
- Perceber quando uma pessoa não está a fim de conversar;
- Compreender que às vezes as pessoas querem e precisam estar sozinhas;
- Respeitar o ‘tempo’ das pessoas sem encostá-las na parede;
- Não acusar injustamente, não caluniar;
- Não colocar palavras na boca dos outros;
- Não manipular através de argumentos para que o outro faça não o que ela quer, mas o que você deseja que ela faça;

- Ajudar idosos, deficientes e gestantes quando necessitarem;

segunda-feira, 22 de junho de 2015


O efeito terapêutico do perdão.
Quando se fala de perdão, é impossível excluir sentimentos como a raiva, a mágoa e o ressentimento que escondem muitos outros sentimentos e energias. Se nos perdermos nesses sentimentos ficaremos surdos aos nossos sentimentos mais profundos e ouviremos somente aqueles que nos falam mais alto.
A raiva é uma forte e temporária reação emocional à sensação de estar sendo ameaçado de alguma maneira. Quando surge a raiva ela pode ser expressa aberta e diretamente (declarar o sentimento de raiva) ou pode ser reprimida e disfarçada indo para o subterrâneo ou inconsciente, mas sempre se expressando de uma maneira silenciosa e persistente, como ressentimento crônico ou através de doenças psicossomáticas.
A mágoa é uma dor presente que traz consigo uma sensação de tristeza e esgotamento por sentir-se com o ego ferido. A mágoa gera um profundo sentimento de injustiça e de não se ter sido valorizado o suficiente, de não ter merecido a situação geradora da dor. A mágoa é a mola propulsora do ressentimento; ela impulsiona o ressentimento.
O ressentimento significa ressentir, e sentir de novo, e novamente uma dor provocada por alguém que agiu com crueldade contra a gente. É uma sensação de mágoa ou raiva crônica, constante que persiste por muito tempo mesmo depois de já terminada a situação causadora da raiva. O ressentimento ou ódio é comparado a uma brasa ardente que seguramos com a intenção de jogá-la em outra pessoa, enquanto ela queima a nossa mão. Ou é como o ácido que tomamos que corrói todos os sentimentos bons dentro de nós.
O que significa perdoar? Creio que é necessário esclarecer aqui alguns conceitos equivocados sobre o perdão. De certa forma, é mais fácil dizer o que o perdão não é do que explicar aquilo que ele é.
Esses conceitos errados são importantes porque, às vezes, ao afirmarmos que não podemos ou não queremos perdoar, na verdade estamos nos referindo a qualquer coisa que não ao perdão bíblico. Deixe-me fazer uma relação parcial daquilo que o perdão não significa:
• Não significa aprovar o que uma pessoa fez;                                          
• Não significa fingir que o mal nunca foi feito;                                                                • Não significa inventar desculpas para o mau comportamento de outros; 
• Não significa justificar o mal para que o pecado se torne, de algum modo, menos pecaminoso;                                                                                                               
• Não significa fazer vistas grossas para o abuso;                                                          
 • Não significa negar a tentativa de outros de feri-lo repetidamente;                         
• Não significa permitir que pisem em você;                                                             
• Não significa se recusar a dar queixa quando o ato foi criminoso;                        
• Não significa esquecer o mal que foi feito;                                                           
• Não significa fingir que você nunca se magoou;                                                             • Não significa que você deve restaurar o relacionamento ao que era;                 
• Não significa que você deve voltar a ser amigo daquela pessoa;                     
• Não significa que deve haver reconciliação total, como se nada tivesse acontecido;                                                                                                                    
• Não significa que você precisa dizer à pessoa que a perdoou;                                                            
• Não significa que todas as consequências negativas do pecado são anuladas.
O que é perdoar?
É um processo interior e pessoal quando perdoamos secretamente, sem que ninguém, nem mesmo quem está sendo perdoado saiba disso. Assim, pode-se perdoar mesmo alguém que já morreu.
Cada ato de perdão é um confronto conosco mesmo e a decisão de perdoar, soltar o ofensor nos liberta. Nos lembraremos da ofensa, sem sentir dor. É como uma ferida que está cicatrizada.
O perdão é um ato libertador que nos devolve paz interior. Nos livramos da raiva, da mágoa e do ressentimento que, juntos sempre se transformarão no desejo de vingança. O perdão é um ato de amor que estanca o ciclo vicioso do ressentimento, da excitação do ódio.
Quando perdoamos, somos perdoados e nessa prática encontro paz, compaixão e gratidão, que sempre nos trarão de volta à nós mesmos.
Quando perdoamos estamos usando a nossa habilidade de direcionar as nossas vidas para fugir das armadilhas emocionais a que estamos expostos e nos valorizamos.

Jay Adams, famoso psicólogo americano afirma: “O perdão não é um sentimento, mas uma promessa ou compromisso relativo a três coisas: não usarei contra o meu ofensor, não falarei com outras pessoas sobre o meu ofensor e não insistirei mais nisso”
O perdão é fundamentalmente uma decisão interior de recusar-se a viver no passado. É uma escolha consciente de libertar os outros dos pecados cometidos contra você para que você possa ser liberto. Não nega a dor nem muda o passado, mas rompe o ciclo de amargura que o prende às feridas de outrora. O perdão lhe permite deixar o passado para trás e avançar para o futuro. E essa história ilustra como é possível perdoar mesmo quando os outros nada confessam. Você pode perdoar sem haver restauração no relacionamento. Você pode perdoar mesmo quando a pessoa que lhe feriu não tome conhecimento.
O perdão lhe permite deixar o passado para trás e avançar para o futuro.  A pessoa não fez coisa alguma para merecer o perdão, pois o perdão é como a salvação — é uma dádiva oferecida gratuitamente e que não pode ser merecida. Pode acontecer de você perdoar e a outra pessoa nem ficar sabendo. Você pode perdoar sem dizer: “Eu o perdôo”, pois o perdão diz respeito ao coração. Isso me leva de volta às palavras de C. S. Lewis: “Todos consideram o perdão uma ideia muito bonita até precisarem perdoar alguém”.
TRÊS NÍVEIS DE PERDÃO segundo Lewis Smedes
·        Em primeiro lugar, redescobrimos a natureza humana de quem nos magoou. Isso significa simplesmente que, sem amenizar o pecado dessa pessoa, reconhecemos que é pecadora como nós.
·        Em segundo lugar, abrimos mão do nosso direito de acertar as contas com aquele que nos causou muita dor. Trata-se de algo difícil, pois é natural desejar que alguém pague pelo sofrimento que a pessoa nos causou. Devemos, porém, deixar todo julgamento nas mãos de nosso Deus justo e misericordioso.
·        Em terceiro lugar, reavaliamos nossos sentimentos em relação ao outro. Isso significa abandonar a raiva e colocar de lado a amargura. Em última análise, significa atentar, com seriedade, para as palavras de Jesus quando disse: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt 5:44). Você saberá que chegou a esse nível final de perdão quando for capaz de pedir que Deus abençoe aqueles que o feriram de modo tão doloroso e profundo  
- Divórcios. Lares despedaçados. Casamentos destruídos. Promessas quebradas. Filhos que não querem saber dos pais. Pais que não querem saber dos filhos. Amigos de longa data que não se falam mais. Pessoas que perderam o emprego porque alguém lhes puxou o tapete. Pessoas que perderam os bens porque alguém as lesou. Famílias cujos membros se odeiam tanto que não conversam nem na época do Natal. Todos esses dissabores têm várias respostas, mas no fundo apenas uma. Todos têm muitas soluções, e uma que você deve implementar: - Livre-se deles e você será liberto. Porém, no mesmo instante em que ouvimos ou lemos essas palavras, a mente inicia as argumentações:  - Você não sabe o que ele/a ou eles me fizeram?!!!!
       Eles mentiram repetidamente a meu respeito.
       Ela queria destruir minha carreira — e conseguiu.
       Você não pode imaginar o inferno que vivi.
       Se você soubesse como isso afetou minha família, também ficaria com raiva.
       Eles merecem o mesmo sofrimento que me impuseram.
       Vou fazê-los pagar por isso.
       Minha filha foi estuprada. Como é possível perdoar uma coisa dessas?
       Sofri abuso sexual de um clérigo. Como é possível perdoar uma coisa dessas?
       Nunca vou perdoar essas pessoas. Nunca! 
Por que perdoar é tão difícil?
- Porque uma parte de nós deseja continuar a sentir a raiva porque ela é justificada; ou porque a pessoa que sofreu o dano, a que foi ferida é quem perdoa e não aquela que o causou. Aquele que perdoa paga o preço pelo mal que o cometeu contra ele. É levar sobre si a culpa do pecado de outrem. O ofensor é liberto suportando a sua própria repulsa transformando-a em amor. Absolvemos e libertamos o culpado.  Ninguém realmente perdoa a outrem a menos que suporte a penalidade do pecado e da ofensa alheia.
É difícil perdoar porque todos nós temos o hábito de construir nas nossas mentes a maneira como o outro deve agir, como deve nos tratar e quando isso não acontece, quando nossas expectativas são frustradas, ficamos com raiva e endurecemos!
Perdoar é desistir do meu direito de devolver-te a ofensa, a mágoa que me causaste.
·        Um ditado popular diz: ultrajando teu inimigo, tu te colocas abaixo dele, vingando uma injuria, estás no mesmo nível dele, perdoando, estás acima dele.
·        A vingança é a arma mais sutil do mundo. Queime-se lentamente e você não ferirá senão a si mesmo. Aquele que maquina o mal contra outrem envenena o seu coração, onde se torna impossível brotar a bondade, o amor, a generosidade.
O perdão é uma questão do coração
Pv. 4: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida”
É do nosso coração que procedem as iras, as contendas, os sentimentos de inveja e toda a sorte de maldade. Se as fontes estiverem poluídas, dali brotarão má água. (mágoas) e a vida toda se torna amarga como o fel.
Perdoar é também blindar o próprio coração para que ofensor não volte a nos ofender, esta é  uma questão de sabedoria. Perdão e reconciliação são coisas distintas.
A reconciliação só acontece quando a pessoa que nos feriu se dá conta do prejuízo que causou e se arrepende da sua atitude.
E quando sou eu o ofensor?
Qualquer que seja a ofensa cometida, precisamos nos dar conta da necessidade de consertar o erro. As vezes a reconciliação falha porque a pessoa ferida pode não estar disposta a perdoar a ofensa (daí o problema já não é do ofensor arrependido, mas de quem não está disposto a perdoar).

 Para aprender a perdoar eu preciso primeiro aprender a reconhecer a minha humanidade e finitude pedindo perdão a quem ofendo. Eu sei que sou gente e cometo erros, mas estou disposta a consertá-los. É uma questão de humildade. 

sábado, 6 de junho de 2015

Arrogancia
O arrogante pode até tentar se esconder por trás do cinismo e do deboche, mas sempre revelará quem de fato é através da prática da injustiça, do descaso e do desrespeito ao próximo, pelo personalismo ou desejo de autopromoção, pela postura dominadora e opressora, pela facilidade em envergonhar os outros publicamente, pela falta de consideração com as pessoas, pelo comportamento e postura em tentar demonstrar superioridade em tudo.
É implicante e intolerante porque projeta nas pessoas os seus próprios conflitos interiores, refletindo toda a sua revolta e amargura por ter sido ferido por alguém que amava.
Vive criticando as pessoas à sua volta e fica indignada com a conduta dos entes queridos e mesmo não verbalizando reprova-os mentalmente. Se mete onde não é chamado, dá palpites, implica com o jeito das pessoas realizarem as tarefas, compromete a paz e a harmonia do lar ou de qualquer ambiente.
Como melhorar?
Desprendendo-se do passado e perdoando. Quando resolvemos os problemas íntimos, perdoando mágoas, deixamos de ser críticos e implicantes com as pessoas e acabamos valorizando a maneira como elas se manifestam e como tomam iniciativas, porque passamos a entender que cada pessoa tem o seu jeito especial de ser e respeitamos isso.
Reformulação interior – é indispensável para podermos ser uma pessoa de fácil convivência, promovendo assim uma fácil interação, fortalecendo os laços afetivos e os relacionamentos.
Perdoar é desprender-se do passado e das mágoas e é a única maneira de eliminar as críticas e parar de punir o outro ou a si mesmo e assim percebemos que estamos ligados a Deus que é amor. É este amor que nos dá equilíbrio, somos feitos Dele e nos nutrimos Dele e sua ausência nos adoece....



sexta-feira, 8 de maio de 2015

Identidade

Olá alunos queridos

Na aula de ontem abordamos a urgente necessidade da igreja se tornar um local onde as pessoas sintam-se acolhidas, amadas e compreendidas.

O assunto de maior interesse de todos foi a identidade.

Então, vamos ao que interessa:

Cada pessoa tem o seu jeito de ser e visão de mundo que é única, uma maneira de interpretar pessoas e acontecimentos, tecida pelas próprias vivências que  dão forma à sua identidade.

 Os três pilares que sustentam a identidade de alguém são: auto estima, senso de valor próprio e de competência.

Desentendimentos e conflitos seriam evitados se aprendêssemos a compreender e respeitar as escolhas, o comportamento, a maneira de ser do outro, que muitas vezes é totalmente diferente de nós devido às suas  experiências de vida.

"Ame a Deus acima de tudo e de todos e ame o seu próximo como a você mesmo"




Quero que vejam este filme, sugerido pela Bia Rosane Zalewski... https://www.youtube.com/watch?v=GKcKXt2s_cw

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Casamento é muito mais do que a lua de mel

Amós 3:3 – ANDARÃO DOIS JUNTOS SE NÃO ESTIVEREM DE ACORDO?

Andar em acordo com alguém completamente diferente do que somos exige o sentar-se à mesa das negociações para que as exigências de um e de outro sejam acordadas e seladas. Se isto não for feito, é certo que não caminharão juntos por muito tempo.
As coisas não podem ser resolvidas enquanto um achar que ele sozinho ditará as regras e o outro adere a tudo como um marionete, sem pestanejar. 
As concessões feitas devem ser claras e aceitas e não impostas. Ambos devem procurar o entendimento.
·         Tratar todos os desentendimentos, com a convicção de que eles fazem parte da dinâmica dos relacionamentos, construindo combinações viáveis;
·         Acertar as pendencias, pois o tempo por si só não é capaz de resolvê-las;
·         Pedir perdão sempre que errar, com o firme propósito de não reincidir no erro para que a credibilidade não escoa pelo ralo;
·         Lembre-se que os desentendimentos resultam da ausência de uma comunicação construtiva, do diálogo inteligente e amoroso que nos remete à compreensão;
·         Compartilhe suas dificuldades e suas carências emocionais com o seu cônjuge;
·         Seja brando(a), manso(a) ao falar – cuide do tom da sua voz(Pv.15:1);
·         Não jogue as suas frustrações sobre o seu cônjuge;
·         Seja flexível e negocie, se necessário, esteja disposto(a) a mudar o comportamento;
·         Não crie expectativas; elas sempre dizem respeito ao comportamento do outro;
·         Respeite os limites de tolerância do seu cônjuge, se não deseja que os laços emocionais se rompam;
·         Respeite a história de vida do outro e caminhe lado a lado nas suas dificuldades;
·         Duvide das próprias crenças e desista de ter razão sempre, seja tolerante com as falhas sem importância, não brigue por bonecas de pano;
·         Deixe de lado a crítica ou o comentário sarcástico que são altamente corrosivos;
·         Se preciso, exercite a renúncia em benefício do relacionamento;
·         Semeie a paz a todo o custo e desenvolva um coração agradecido sempre;
·         Elogie! O elogio é o alimento da alma, seja afetuoso(a), demonstre amor;
·         O casamento é uma aliança de amor que precisa ser preservada e pressupõe: compromisso, respeito, fidelidade, amor sacrificial e de serviço;
·         O casamento não é prisão, portanto desista de controlar a vida do(a) outro(a);  
·         Quem se casa, precisa desistir da sua solteirice, o marido não pode ter a sua própria agenda sem considerar a esposa e esta deve fazer o mesmo;
·         Sair com amigos/familiares sozinho(a), pode desde que responsavelmente e por mútuo consentimento;
·         Seja instrumento de cura para o outro e não de doença, trabalhe duro pelo bem estar do seu cônjuge;
·         Seja verdadeiro(a) e responsável, não espere que o outro mude, mude você;
·         Não seja transigente com o erro, mas compreenda e exercite o perdão;
·         Fuja das tentações, não pense que vai colocar os pés na lama sem sujá-los;
·         Seja romântico(a). O romance não é o que sustenta o casamento, mas ele embeleza; sejam educados, sensíveis e gentis um com o outro sempre;
·         Honre o outro em todo o tempo e orem juntos todos os dias!                                                                       
- Abra os olhos e não viva na mentira.  Não se iluda com as histórias de Cinderelas e Princesas... No mundo real elas não existem, sabia? E se por acaso existissem com certeza elas enfrentariam problemas iguaizinhos ou até piores que os seus.  
·         Casamentos são construções complexas que necessitam de inteligência emocional, mas também de quatro mãos hábeis e generosas!
·         Vocês se casaram para construírem juntos uma família para a glória de Deus, não só para serem felizes eternamente!

(Ministério de Apoio e Capacitação à Família Cristã)

quarta-feira, 25 de março de 2015

Apresentação

 O Curso de Apoio e Capacitação da Família tem o objetivo de equipar pastores e líderes de grupos pequenos e futuros líderes para que possam auxiliar os seus discípulos na identificação das suas dificuldades emocionais que são os empecilhos para o seu desenvolvimento espiritual sadio e frutífero.

Inseridos numa sociedade onde os fundamentos da família estão sendo atacados por todos os lados, é urgente que a Igreja de Cristo se posicione de maneira firme para lutar com todas as armas contra esse estado de coisas, criando mecanismos de defesa e fortalecendo a instituição familiar cristã
É minha intenção levantar um grupo de guerreiros que se disponham a acompanhar indivíduos e famílias em crise ajudando e apoiando nas suas batalhas e dificuldades.
Que o Senhor nos abençoe!

 

Cl. 1:28 – “Nós o proclamamos, advertindo e ensinando a cada um com toda a sabedoria, para que apresentemos todo o homem perfeito em Cristo”.

 

Col. 3:16 – “Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros em toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais, com gratidão a Deus em seus corações”.




GRADE CURRICULAR

GRADE CURRICULAR:

Aula inaugural: -  Esclarecendo Dúvidas        9/04/2015                                                                  

I Módulo – Igreja, Lugar de Cura e Restauração DE VIDAS E FAMÍLIAS  

                                                          
1ª aula: Padrão Bíblico para a Família                                                                                
2ª aula: Cura emocional                                                                                                      
3ª aula: Identidade: eu e eu mesmo                                                                                 
4ª aula: Eu e os outros                                                                                                        
5ª aula: Aprendendo sobre a natureza humana                                                             
6ª aula: Aprendendo sobre a nova natureza                                                                   
7ª aula: Aprendendo sobre a vida no Reino de Deus                                                     

II Módulo: Orientando Famílias

1ª aula: Famílias Funcionais                                                                                               
2ª aula: Funções paternas e maternas                                                                             
3ª aula: Função Conjugal                                                                                                    
4ª aula: Famílias saudáveis e famílias doentes                                                                
5ª aula: Quando é preciso enfrentar o divórcio                                                                                          

III Módulo: O DNA dos Relacionamentos
(Gary Smalley)
1ª aula: O propósito da vida                                                                                                
2ª aula: Qual é o problema?                                                                                                
3ª aula: Cultivando Relacionamentos                                                                                
4ª aula: A Dança do Temor                                                                                                   
5ª aula: O poder de Um = assumindo responsabilidades                                                
6ª aula: Crie um ambiente seguro                                                                                       
7ª aula: Cuide de Você mesmo